Saturday, February 28, 2015
Saturday, October 19, 2013
MINHA CONCEPÇÃO DA VIDA
Cada qual, tem sua
concepção, sobre a vida. Dependendo da filosofia de cada um, ela terá
certamente interpretações diferentes, divergindo conforme, sua filosofia e
religião.
Para uns será um milagre,
para outros, um pesadelo.
A teoria de que a vida é
curta para os humanos, me leva a pensar o que seria do planeta se os humanos
vivessem tanto tempo como as árvores.
Com uma média de vida,
que ronda os oitenta anos, o homem nesse espaço-tempo de vida, consegue ser
catastrófico para si e para os demais.
Para muitos a vida não
faz qualquer sentido, por não encontrarem o fio condutor que os leva ao caminho
da evolução própria.
Por outro lado, todo
aquele que não encontrar o caminho do seu coração, e com ele chegar a outros
corações, a vida não lhe fará sentido.
Para nos reencontrarmos
em nós, temos que estar dispostos a fazer nossa viagem interior e encontrar as
chaves que nos abrem a sabedoria, e fazem de nós humanos.
O coração é brando e
trabalhador, ele nos acompanha durante nossa viagem. No entanto ele precisa
algo mais do que bater a compasso. Precisa de praticar o bem, alimentar essa,
fonte de energia que está em contacto com o cérebro para que a vida possa fazer
sentido.
Assim fomos programados.
Vamos então dar ao coração aquilo que ele precisa para ser ele também feliz.
Ele quer dar regaço, ao
menino, abraço que envolva emoções, palavras cheias de silêncio, mas que
confortam, lágrimas contidas que acariciam
O desejo de dar amor.
Tudo isso, dá sentido à vida, ajuda a acalmar nossas emoções.
Se tivermos tudo isso, a
vida nos parecerá curta, encontraremos nela, todo o sentido. Toda a intensidade
que dura e perdura.
Feliz daquele que durante
a vida, passa o que sabe e explica o que aprende.
Autora: Joaquina
Vieira
10/10//2013
Sunday, August 4, 2013
ESTOU DE VOLTA
Olá! já não vinha há muito tempo aqui! hoje lembrei, que minha viagem continua como quem sobe um rio de aguas claras, estando perto da nascente. Não tenho estado parada, não! Tenho feito minhas viagens, tirado muita foto, escrevo muito. Estou com três livros acabados prontos para editar. Só ainda não decidi se vai ser por virtual ou pela maneira tradicional. Como a edição tem a ver com dinheiro, estou à espera de uma brecha no virtual. Se alguém quiser deixar uma dica, aconselhando-me a melhor maneira, aceito todas as sugestões.
os livros estão escritos- Três são infanto-juvenil, cujos nomes são: A princesa Margarida, O filho do Moleiro, A labuta numa quinta. Todos eles me foram contados oralmente pelo meu avô quando eu tinha 10 anos. Naquele tempo os bons exemplos e costumes vinham através de histórias que iriam realçar em nós o que tínhamos de melhor. Honestidade, honra, verdade. Eram histórias de encantar, sem duvida, mas com uma mensagem muito poderosa. Estes em 2014 já tenho quem queira publicar.
Além destes, tenho mais 3 para adultos. São: Mulheres guerreiras, uma saga de mulheres da mesma família, que vem deste a época colonial brasileira em 1800 até nossos dias. Muitas historias de sucesso, de dor de desilusão. O segundo é: A condessa sem Cheta, baseado numa história verdadeira, cuja pessoa tive o privilégio de conhecer. Uma senhora que se movimentou na alta esfera da sociedade arcaica da década de 50 em Portugal. O outro é: O ultimato de Mafalda. Livro esse muito actual, mostra o fim das relações entre pais e filhos, onde se sobrepõe o dinheiro, álcool, a droga, a politica, destruindo muita gente. Mas a heroína desta historia é uma vencedora. acaba por encontrar o seu caminho em África.
Como podem ver, minha ausência deste blog deu seus frutos, para além de já ter uma obra de prosa poética com mais 1500 poesias.
Se gostarem deste blog, sigam-me, tenho ainda muito para contar..
Para todos aqueles que me visitam, deixo aqui meu abraço.
Joaquina
Olá! já não vinha há muito tempo aqui! hoje lembrei, que minha viagem continua como quem sobe um rio de aguas claras, estando perto da nascente. Não tenho estado parada, não! Tenho feito minhas viagens, tirado muita foto, escrevo muito. Estou com três livros acabados prontos para editar. Só ainda não decidi se vai ser por virtual ou pela maneira tradicional. Como a edição tem a ver com dinheiro, estou à espera de uma brecha no virtual. Se alguém quiser deixar uma dica, aconselhando-me a melhor maneira, aceito todas as sugestões.
os livros estão escritos- Três são infanto-juvenil, cujos nomes são: A princesa Margarida, O filho do Moleiro, A labuta numa quinta. Todos eles me foram contados oralmente pelo meu avô quando eu tinha 10 anos. Naquele tempo os bons exemplos e costumes vinham através de histórias que iriam realçar em nós o que tínhamos de melhor. Honestidade, honra, verdade. Eram histórias de encantar, sem duvida, mas com uma mensagem muito poderosa. Estes em 2014 já tenho quem queira publicar.
Além destes, tenho mais 3 para adultos. São: Mulheres guerreiras, uma saga de mulheres da mesma família, que vem deste a época colonial brasileira em 1800 até nossos dias. Muitas historias de sucesso, de dor de desilusão. O segundo é: A condessa sem Cheta, baseado numa história verdadeira, cuja pessoa tive o privilégio de conhecer. Uma senhora que se movimentou na alta esfera da sociedade arcaica da década de 50 em Portugal. O outro é: O ultimato de Mafalda. Livro esse muito actual, mostra o fim das relações entre pais e filhos, onde se sobrepõe o dinheiro, álcool, a droga, a politica, destruindo muita gente. Mas a heroína desta historia é uma vencedora. acaba por encontrar o seu caminho em África.
Como podem ver, minha ausência deste blog deu seus frutos, para além de já ter uma obra de prosa poética com mais 1500 poesias.
Se gostarem deste blog, sigam-me, tenho ainda muito para contar..
Para todos aqueles que me visitam, deixo aqui meu abraço.
Joaquina
Wednesday, January 9, 2013
O TEMPO QUE PASSOU - MOMENTOS DE TERNURA

Meus dedos já cansados,
Em teus cabelos molhados,Já dedicaram tanto carinho,
Que, hoje, choram por ti.
E também choram por mim.
Antes ágeis, delgados,
Jovens e delicados,
Eles, por ti, suspiravam.
Veio o tempo, retirar-lhes,
A doçura, por metade.
Queria ainda remexer,
Nos teus cabelos de seda,
Agora, raros, grisalhos.
Não perdi, ainda, meus jeitos,
Ainda que, em meus dedos,
Já se notem os defeitos.
Um pouco mirrados, curvados,
Pelo idade, estão marcados,
E já se sentem fatigados.
No tempo se envolveram,
Hoje e ontem, em carinhos,
Como laços de carmim.
Era, assim, minha fantasia,
Meu caminho de ternura,
Sentindo a sua textura,
Embriagando a minha secura.
Ainda hoje tenho, para ti,
Palavras de amparo e carinho,
Que te ajudam em teu caminho,
Mesmo quando, de ti, te ausentas,
E dentro de ti, tu sustentas,
Lutas e tréguas sem fim.
Meus dedos frágeis, assim,
É, por ti, que ainda procuram,
Por teus cabelos suspiram.
Por isso eles vivem, respiram,
São meus dedos que os curam.
Ainda que cansados, mirrados,
Pela jornada, já marcados.
AUTORA: JOAQUINA
09/01/2013
Tuesday, July 3, 2012
Tuesday, June 26, 2012
ARTE DE RUA - O PODER DA CRIAÇÃO
| NUM MURO, UMA BICICLETA, FEITA DETODO O TIPO DE RODAS TODA A BICICLETA É FEITA DE MATERIAIS DE BICICLETAS SEM SERVENTIA |
| FACHADA DE UM PRÉDIO, DANDO VIDA A OUTROS TEMPOS |
| NUMA PAREDE DE UM PREDIO, UM PINTOR, PINTA UMA PORETA SIMBOLO DA SUA PROFISSÃO |
![]() |
| NUM JARDIM PUBLICO ENCONTREI ESTE URINOL, JÁ SEM SERVENTIA, MAS COM OUTRA UTILIDADE, BEM DIFERENTE |
![]() |
| NUMA PARAGEN DE AUTOCARRO, IMAGEM SUGESTIVA DE CRIANÇAS QUE ESPERAM O AUTOCARRO |
O NOSSO EGO
Quando era criança, o mundo me parecia grande demais para mim, por outro lado sentia uma atracção muito grande, para saltar para esse mundo.
Quando me levantava todos os dias, via sempre as mesma coisas, mesmo assim o ar fresco, refrescava minha imaginação, na terra do nunca.
Minha imaginação, não tinha limites, perante minha inocência, os actos dos adultos, pouco significavam para mim, a não ser que isso dissesse respeito, aos meus sonhos e fantasias.
No entanto sentia o sofrimento nos olhos e gestos das pessoas que me rodeavam. Os grandes problemas para mim eram as borbulhas, o corpo que não se desenvolvia.
Hoje reconheço que meu mundo de criança, nem sempre era simples. Mais tarde com minha filha criança, sendo ela também preocupada com os outros, comentava comigo, quando conversávamos acerca de assuntos sérios, para logo esquecer, o mundo dos adultos e se voltar para seu mundo de bonecas. Havia momentos selados com um beijo e um abraço, que lhe amenizavam a vida verdadeira, embora, já nessa altura, eu comecei a ver os reflexos da sua personalidade, muito diferentes da minha.
A verdade é que tudo assenta na nossa realidade diária. Nunca variam, se repetem os erros da nossa vida. O perfil é invisual, mas o nosso eu interior difere muito, dependendo do seu grau de evolução.
Nos desenvolvemos ao longo da vida e para isso lá estão os obstáculos, que se interpõe entre nós e os outros, que se cruzam no nosso caminho
Hoje, me olho no espelho da alma, mais do que no reflexo do espelho da imagem. Sempre que vejo o reflexo da imagem. Imagino sempre que devo ser parecida com o que vejo.
Mas o reflexo, nunca nos mostra o que somos no nosso interior.
Sempre estou em acção tentando corrigir os erros cometidos, em desafios
Que a vida me impõe para ultrapassar os tormentos da vida
Sempre que tenho que agir, aí sim vem ao de cimo aquela força, que está escondida e me ajuda a tornar tudo mais fácil.
O tempo é tão sábio e pouco aprendemos com ele, esta sociedade alienada, em que a vida pouco vale, e em nada nos pode ajudar, dependendo dos valores individuais.
Poderia fazer discursos de filosofia, mas que adiantaria, se sempre seria eu o meu próprio eu, assim estagnaria, perante minha evolução, e critério de viver.
Quando se acredita demais nos tornámos, em semideuses, capazes de nos convencermos que sabemos tudo, mas cada vez mais perdidos, dentro das nossas experiencias.
Na minha verdade a vida vai para além do que se experiencia aqui Tudo se constrói, com amor incondicional que se está perdendo em cabeças doentes, pelos bens matérias, onde subjugam uns e afastam outros.
Á medida que crescemos, a vida será um jogo, manipulado, onde só contam os cárneos e o bolso, politica, com seu jogo sujo, deixando de lado os relacionamentos entre os seres, utilizando-nos como peças de xadrez, onde rolam cabeças como tal roleta russa.
Não pretendo vencer, ninguém com minha filosofia, assusta-me o modo de crescer de alguns humanos que convivem lado a lado connosco.
O seu reflexo, pode não mostrar tudo, mas o tempo nunca os muda.
TERMINADO: JOAQUINA
21/06/2012
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